sexta-feira, 30 de outubro de 2009

10 PERGUNTAS PARA A DIVA HANNAH LIMA

1- Hannah, quando e como começou na música?
Comecei ainda dentro do útero da minha mãe que era pianista e também cantava. Música pra mim vem de família. Profissionalmente eu comecei aos 17 pra 18 anos fazendo backing vocal para o Sidney Magal na época da lambada e depois disso, fui trabalhar com vários artistas da MPB E do POP até 1997 quando me desliguei da banda Blitz pra me dedicar á carreira solo. Mas de inicio foram 7 , 8 anos como backing vocal.

2- Quais as suas influências musicais?
São Muitas. Gosto de musica boa. As infuências de infância vão de musica clássica até Pixinguinha, Adoniran Barbosa... devido ao fato da minha avó tocar piano e eu também ter primeiramente aprendido com ela e depois estudado piano clássico na escola de musica Villa Lobos aqui no centro do Rio. Mas é claro que junto com isso também tinha a musica black, r&b, rap e pop também.

3- Antes do cd solo ´´Neguinha``, quais foram as suas principais experiências?
Sem dúvida o meu primeiro cd o INTUITIVA gravado também de forma independente com muita dedicação e luta foi a principal experiência. Depois que gravei vendi a master para uma gravadora e tive algumas músicas como a” Demorô “,”Periga eu te conquistar” e “Intuitiva “ executadas em rádios e pistas de todo Brasil. Isso foi no ano 2000.
4- Qual a emoção do cd solo novinho na mão?
A emoção de mais uma missão cumprida depois de muita luta e dedicação constante!
Com o NEGUINHA foi igual a emoção do primeiro cd e acho que sempre será assim com todos os projetos. A gente sente uma satisfação por ter conseguido concretizar e ter em mãos do jeitinho que imaginou com caixa, capa, encarte, enfim... Apesar da gente já estar pra lá de acostumada com as músicas é incrível a emoção quando a gente tem o cd prensado em mãos depois de tanta luta . Com o primeiro INTUITIVA teve a emoção de ser o primeiro e o grande sonho transformado em realidade. Mas logo isso passa e a gente percebe que o primeiro é somente o primeiro e que precisamos sonhar e lutar pela realização de outro e mais outro e mais outro sonho...
5 - Você foi uma novidade no Hutúz 2008 cantando com a sua ótima banda no palco principal, qual foi a sensação?
Foi a de cantar em casa né mais do que nunca! Não só por ser no Circo Voador o palco que eu cresci nele...aos 12 anos de idade o palco do Circo foi o primeiro palco em que eu subi na vida...depois disso várias e várias vezes até mesmo com a Blitz em 1995 e depois com a carreira solo inúmeras vezes também cantei lá...O palco do Circo pra mim é um lar! Kkk
Mas teve o fato de ser no festival HUTÚZ e tal...Cantando junto com artistas do mesmo segmento e isso teve um gostinho especial. Só família, outros grupos queridos e que eu também admiro estavam lá cantando ou assistindo...toda a galera da produção da Cufa também é só família então foi realmente ESPECIAL e QUERO MAIS!!! rsrs

6- Quais os projetos após o cd solo?
Muitos shows com a banda querida que eu amo e admiro, ao lado do meu também querido empresário Alexandre Santos e ao mesmo tempo compondo e gravando o próximo cd.

7- No cd, qual música você gosta mais e por que?
Impossível de responder porque eu mesma não sei!
Todas são especiais por serem desabafos de momentos diferentes...Então tem hora que curto mais uma balada e tem horas que gosto das dançantes...Impossivel mesmo saber isso.
Mas estou amando conseguir ter a POR SER AMOR tocando na FM O DIA. Essa é uma música que eu amo e desde que compus imaginava ela tocando la e pensava, pô, mas você sonha hein Hannah...kkk ! Os djs tocam somente as dançantes então pra mim está sendo uma alegria trabalhar essa música até por que nos shows ela é muito aplaudida também.

8- Você é muito antenada com o mundo virtual, passe ai os seus endereços para que os leitores possam conhecer mais do seu trabalho.
No site tem todos os links e os principais são o SITE http://www.hannahlima.com/
e para escutar o cd, o MYSPACE www.myspace.com/hannahlima

9- Qual a sua ótica sobre a música atual? E o que espera passar através do seu cd?
Minha ótica acho que sempre será a de que existem musicas verdadeiras e de qualidade e existem as musicas fabricadas para vender e sem verdade. Isso independentemente do estilo musical. Dentro do segmento RAP E BLACK isso é mais difícil de rolar e por isso mesmo tenho muito orgulho do meu estilo. A indústria não tem como fabricar um rapper ou uma cantora black de verdade. Já até tentaram mas o mico é grande e não cola! Acredito que também por esse motivo ficamos à margem e fomos excluídos pela indústria fonográfica que preferiu outros estilos mais faceis de se produzir artistas em série. Hoje em dia graças a Deus temos os computadores e a Internet e não precisamos mais de gravadoras pra gravarmos nossos cds.
E Sobre o cd eu penso que minha intenção quando componho não é a de exatamente passar nada pra ninguém e sim a de transformar minhas inquietações, indignações, amores, dores e alegrias em música, rimas e letras. Então eu diria que se tenho alguma intenção com musica e com o cd é a de TRANSFORMAR!

10- Deixe um recado aos leitores e para aqueles que um dia sonham em estar num palco como você.
O recado é Amar muito o que faz ! Amar à ponto de precisar fazer e nunca desistir por não conseguir viver sem estar praticando e fazendo música, letras e rimas enfim, persistência!
Porque viver de arte é viver de NÃOS ! É preciso então uma dedicação inabalável e acreditar! Se sentir merecedor e capaz de realizar os sonhos aparentemente mais impossíveis com a ajuda de Deus!

VIRADÃO NACIONAL DA CUFA - FALTAM 7 DIAS


ACESSE: viradaoesportivo.com.br

BLACK TOTAL - DOMINGO NA CAPITAL FM 87, 9 >> das 16 as 20h

ACESSE PARA OUVIR: jovemcapital.com.br
APRESENTAÇÃO: Waguinho

HUTÚZ >> FALTAM 27 DIAS


ACESSE: HUTUZ.COM.BR E CONFIRA TODA A PROGRAMAÇÃO.

TWITTANDO COM O RAP NACIONAL








O twitter chegou para ficar. Um estudo realizado em fevereiro de 2009, constatou que existem mais de 11 milhões e meio de contas de usuários. Assim como aconteceu com outras redes sociais da internet, os brasileiros estão dominando. O rap nacional não poderia ficar de fora dessa grande ferramenta tecnológica de divulgação e aos poucos vem conquistando seu espaço.
Mv Bill, sempre antenado com as novidades, é um dos rappers que já estão cadastrados. "Eu uso o twitter porque utilizo todas as mídias possíveis que estão dentro do meu interesse", declara o rapper carioca. Entre as facilidades do Twitter estão a rapidez, praticidade e o fato de ser totalmente gratuito. Para Apelidado Xis o fato de receber e enviar mensagem a todo momento é fundamental. "O importante é a informação", enfatiza o rapper . Quem também vem utilizando com frequencia é Dj Cia. "Colocamos a disposição das pessoas os trabalhos. É informação verdadeira e com agilidade. Sem falar na proximidade que acaba rolando com as pessoas que admiram o nosso trabalho". garante o twitteiro Dj Cia. O Rapper Eli Efi, ex-integrante do grupo DMN, destaca a importância do twitter na comunicação mundial. "É uma forma da gente espalhar informação sem ter que depender dos grandes meios. O twitter também aproxima o artista do seu público e permite uma comunicacao mais direta. O poder do twitter ficou muito evidente durante as eleições no Iran. Quando o governo proibiu a mídia internacional de cobrir os eventos, o povo de lá utilizou o twitter para informar o mundo dos acontecimentos", constata o rapper que há cinco anos mora nos EUA.Mas, se você ainda não sabe o que é o tal de Twitter. Não pare de ler essa reportagem. Acesse
www.twitter.com/rapnacional e você vai conhecer a página do Portal Rap Nacional. O twitter nada mais é que um microblog. Os usuários podem enviar mensagens de até 140 caracteres, para as pessoas que o seguem. Não pense que a limitação no número de caracteres é um problema. Isso faz com que os textos sejam objetivos e diretos. Alguns rappers, principalmente aqueles que acompanham as novas tendencias da internet, utilizam o twiiter como um canal de comunicação direto com o público. A maioria dos microblogs são atualizados pelos próprios artistas. Como o twitter é livre, não há como segurar a expansão do rap e não há como criar barreiras como as que existem em outros veículos de comunicação. O Ao Cubo considera que o twitter seja uma das grandes armas publicitárias que surgiram nos últimos cinco anos. E, é claro eles não ficaram de fora. "Dos 25,5 milhões de usuários de Internet no Brasil, mais de um milhão já tem twitter. Por isso vimos a necessidade de migrarmos para esse novo conceito de divulgação", ressalta Cléber, integrante do grupo.
Outro que não vive mais sem twittar é o rapper DG. Ele manda em média 20 mensagens por dia e usa o twitter para se comunicar com os fãs e também para expor seus pensamentos. DG se rendeu ao twitter pela simplicidade e versatilidade. "Posso postar praticamente de qualquer lugar. Eu posto até do víde-game", declara o Mc. Outra facilidade é poder interligar as informações do twitter com o facebook e o my space. "Hoje eu não tenho mais um blog, tudo está no twitter. Não tem porque manter o foco da informação em outro lugar. O twitter é muito eficiente", constata DG.Seguir e ser seguido....Seguir alguém significa que você quer receber no seu microblog as mensagens que a pessoa envia. O número de seguidores também funciona como um termômetro para medir o prestígio entre os twitters. Entre os rappers que possuem maior número de seguidores destacamos Mv Bill, que tem aproximadamente 7 mil e 400 e Emicida, que está com mais de 4 mil seguidores. Isso pode até parecer muito. Mas, perto do 1 milhão e 250 mil seguidores que o apresentador de Tv Luciano Huck tem, fica pequeno!







O legal do twiiter é que não existe diferença entre classes sociais e nem precisamos respeitar hierarquias. Nele você encontra o público em geral, os artistas, as marcas e também os veículos de comunicação, como o Portal Rap Nacional. O acesso a informação é democrático. Você pode seguir qualquer usuário. E, também pode ser seguido por todos aqueles que desejarem. Não só o Portal Rap Nacional está representando as mídias do hip hop brasileiro no twitter. Os mais importantes sites e blogs voltados para o público do rap também já criaram o seu microblog. Entre eles destacamos o Radar Urbano, Per Raps, Central Hip Hop, Rapevolusom e o NOIZ. Alguns artistas, entre eles o rapper Kamau, valorizam o twitter pelo fato das mensagens chegarem não só ao público, mas atingir também os veiculos de comunicação. "Serve como uma divulgação entre artistas, jornalistas e formadores de opinião, que por sua vez, divulgam à sua maneira cada informação ali compartilhada", declara o Mc.Para o Mc Max BO, não basta ter seguidores, mas sim enviar mensagens de qualidade para eles. "Quem tem seguidores, mas escreve qualquer coisa eles deixam de seguir", garante o MC. Para ele, se bem utilizado o twitter é importante, não só para o rap. "Acho que é importante como uma ferramenta geral. Você usa para divulgar artistas não só do rap nacional, mas da música como um todo, artes, política, tudo de maneira mundial. Ele ajuda em qualquer tipo de informação inteligente", afirma Max BO.Sem limites para a criatividade... Em uma atitude totalmente inovadora no rap nacional, Gog resolveu escrever a letra de uma música, com frases enviadas via twitter. Ele apenas definiu o tema "Música e Liberdade" e os twitters mandaram suas contribuições. Em menos de duas horas, ele já havia recebido mais de 70 frases. Gog enfatiza que a atitude veio da necessidade de inovar. "Procuro sempre apresentar algo novo, contribuir com o cenário de forma positiva e criativa. Deu no que deu... Uma repercussão imensa".







Com as frases em mão, GOG começou o trabalho de transformar tudo em letra e música. Para isso, ele contou com o apoio de alguns twitters de plantão. "Eu, junto com o Marcelo Mira, montamos o quebra cabeças. Tudo transmitido ao vivo via internet. Depois trabalhamos a construção da música, com o acompanhamento de Isaías do Provérbio X, Ataque Beliz, campeão do RBB, Georgio W. Alô, Ellen Oléria, Nego Dé, Verônika, DJ Régis, Alexandre do Natiruts, Digão do Raimundos, Pedrão, Maozão, Jorge e Serginho. Estamos reaprendendo o processo musical coletivo.", constata Gog.







E como ser inquieto que é, GOG já lançou um novo desafio. Agora, o público deve enviar vídeos, para que seja editado o vídeo clipe da Música. "É muito louco ouvir um som e dizer: essa frase é minha, essa imagem eu que gravei! Perceber esse fator, movimenta e coloca as pessoas na linha de frente da ação e da transformação também." Gog acredita que é necessário que o público aprenda a ser o personagem principal da história e não ficar só como coadjuvante. Essa analogia serve não somente para a criaçaõ de uma música e de um vídeo clipe, mas é uma lição que o rapper tenta passar para os seus fãs. E para quem imaginava que ele ia parar por aí. Se engana! Gog pretende lançar um disco inteiro nesse formato, ou seja, com músicas feitas através da participação dos usuários do twiiter. A comunicação no processo evolutivo...Desde que o rap nacional se propagou pelas periferias do Brasil, já se passaram mais de 20 anos. Nesse período, a batida, a levada, a letra, tudo isso evoluiu. O cenário se renovou. Hoje, surgem novos grupos a cada dia. Dessa forma a maneira de divulgar os trabalhos também teve que evoluir. As fitas k7, passadas de mão em mão, deram lugar a informações enviadas via internet. Os artistas do rap nacional precisam interagir com as novidades. Evoluir junto com o mundo. Quem não evolui, não se adapta, acaba se perdendo na história. Felizmente, ou infelizmente, a globalização é um fato. E a internet surgiu para os tempos modernos, como a roda na idade média. Tudo se transformou a partir da sua invenção. Já que as emissoras de televisão e de rádio, as grandes revistas e jornais, não abrem espaço para o rap nacional. E quando abrem, é para poucos! Os rappers precisam utilizar cada vez mais todas as formas possíveis para divulgar o seu trabalho e suas idéias. O Ao Cubo já percebeu essa grande ferramenta que tem nas mãos. "O twitter é mais um canal de comunicação que ta aí. E, quem souber usá-lo será muito beneficiado. No País em que vivemos, fazer música não é fácil. E, fazer rap é ainda pior, já que faltam verbas e os integrantes da cultura hip hop não são bem visto pela sociedade. Quase não existem meios de comunicação para divulgar nossas idéias. Acredito que o twitter nos deixa mais próximos dos fãs. Podemos passar as informações que eles não conseguem em rádios e nem na televisão", ressalta Cléber, do Ao Cubo.Dj Cia concorda que o twiiter tem sido um grande aliado. "Como não temos nada a favor em termos de divulgação de trabalhos, o twitter, tem dado uma grande ajuda. Muitos artistas novos me enviam links para eu conhecer o trabalho. Isso facilita bastante. Antes, eu voltava dos shows cheio de cds no bolso que me entregavam pra escutar." afirma Dj Cia. Se não abrem as portas das grandes mídias para o rap. Vamos dominar aquelas onde não podem nos barrar.

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BESOURO, O FILME -> ESTREIA NACIONAL HOJE


NOVA DICA PARA UMA BOA LEITURA by Elson Ribeiro Alves


A Revolta de Chibata trata de um episódio pouco estudado da nossa história: a revolta dos marinheiros, movimento liberado por João Cândido Felisberto, o almirante negro, ocorrido na marinha de guerra do Brasil, em 1910, em protesto contra a má alimentação, o trabalho excessivo, o baixo salário, o recrutamento forçado e os castigos corporais sofridos diariamente pelos marinheiros. Maria Inês Roland, mestre em antropologia social pela Unicamp, contextualiza esse movimento com as mudanças políticas, sociais, econômicas e culturais pelas quais passava a cidade do Rio de Janeiro e o Brasil no início da República: a transformação urbanística do centro carioca, principalmente da Avenida Central, e seus efeitos nos setores marginalizados da população, com o surgimento das primeiras favelas nas encostas dos morros; a cultura popular e as manifestações musicais na capital da República, como as da casa de Tia Ciata, reduto de sambistas - Pixinguinha, Donga, entre outros. Estudar a Revolta da Chibata torna-se um convite à reflexão sobre o sentido de ser brasileiro e lutar por justiça social.

FÓRUM INTERGOVERNAMENTAL


Ministro Edson Santos marcará nova data para visitar a cidade


O município de Campos assinou ontem o termo de adesão ao Fórum Intergovernamental relacionado aos quilombolas, assentados, pescadores e indígenas. A solenidade contaria com a participação do Ministro da secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), Edson Santos, que devido ao mau tempo e com os aeroportos de Campos e Montes Claros/MG, onde esteve pela manhã, estarem fechados, o impossibilitou de estar presente.

A adesão faz parte da política de igualdade que levou a Fundação Zumbi dos Palmares a desenvolver projetos que tem relação com as propostas do fórum. Os municípios que aderem ao fórum têm prioridades na locação de recursos e nos projetos a serem desenvolvidos. O termo de adesão ao fórum visa agilizar o atendimento às famílias quilombolas. Em Campos, já existe uma parceria com a Fundação Nacional de Saúde (Funasa) para o saneamento básico.

Campos conta com comunidades quilombolas nas localidades de Conceição do Imbé, Batatal, Cambucá e Aleluia.

O município já firmou uma parceria com o Centro de Tradições Afro-brasileiras para a realização de um censo. Está em estudo a criação de um Conselho de Igualdade Racial em Campos, o que já foi aprovado pela Prefeita Rosinha Garotinho. Entre os municípios que assinaram o termo de adesão coletivo em Campos, estão São João da Barra, São Francisco de Itabapoana, Macaé, Quissamã, Carapebus, Italva, São Fidélis, São José de Ubá e São Sebastião do Alto. A vice-presidente da Fundação Zumbi, Patrícia Cordeiro, informou que o próximo passo, agora, é levar os termos para o ministério em Brasília.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

VIRADÃO ESPORTIVO NACIONAL DA CUFA >> FALTAM 8 DIAS




ACESSE: viradaoesportivo.com.br

MARCELO D2 >> ELA DISSE

NOVO CD DO DEXTER SAI EM DEZEMBRO


É isso aí rapaziada, depois de 4 anos o oitavo anjo está de volta e desta vez com um CD ao vivo.

SIM, é isso mesmo!!!

Estamos falando daquele show que aconteceu no dia 11/04/09 na Quadra do Peruche. Serão 14 músicas, sendo duas inéditas. "Click Clack" em parceria com o rapper Thaíde e Nego Mário, um amigo que desenvolvia um grande trabalho na favela do Heliópolis mas que infelizmente já não está entre nós. "Nego Mário esteja em paz!"

E também "Como vai seu mundo", música essa que já puderam conferir por aqui e algumas rádios especializadas.

Poderão ouvir também "Espírito Livre" (Introdução) com participação de Gilmar (Alvos da Lei), um rapper muito importante no cenário do hip hop aqui na terra, até o momento em que Deus o convocou para também cantar ao lado de Sabotage, 2Pac, Notorios Big e outros. Irmão, muito obrigado!"Oitavo Anjo", "Uh barato é loko" (versão 2009) com participação de Fernandinho Beat Box, "Fenix", "Bem vindo à madrugada" com participação de Paula Lima e meu afilhado Juninho, "Mundo mágico de OZ" com participação de Edi Rock e Nego Jam, "Somos um só" (uma homenagem à minha esposa), "Salve-se quem puder" com participação de GOG, "Conflitos" com participação de Cézinha (D'Favela) e Douglas (Realidade Cruel), "Sou Função" com participação de Mano Brown, "Saudades Mil" com participação de Lino Cris e para fechar com a última porém não menos importante "Que Deus Abençoe a todos".

Bom, o trabalho é esse aí, só falta agora ouvir as músicas e também apreciar no material gráfico produzido por Alexandre de Maio (Rap Brasil) que também ficou muito bom.

Firmeza Irmãos! Em dezembro já estará disponível nas lojas, se você pensa em ampliar sua discoteca ou em um presente que fortaleça a revolução e que seja fonte de entretenimento tem em nosso CD uma excelente opção.

MV BILL RECEBE PRÊMIO NESTA SEXTA



O Grupo Arco-Íris de Cidadania LGBT é uma organização da sociedade civil que atua através da realização de diversos projetos como a Parada do Orgulho LGBT-Rio 2009, que este ano acontecerá dia 01 de novembro na Praia de Copacabana. Depois de seus depoimentos favoráveis à Campanha Não Homofobia!, o cantor MV Bill mais uma vez surpreende e utiliza imagens da Parada do Orgulho LGBT-Rio para a produção de seu mais novo DVD “Despacho Urbano”.
A forma que o Grupo Arco-Íris encontrou para destacar sua importância e representatividade para a causa LGBT é homenageá-lo concedendo-lhe o Prêmio Arco-Íris de Direitos Humanos “Categoria Atitude” durante cerimônia a ser realizada no dia 30 de outubro, às 20 horas, no Teatro João Caetano (Praça Tiradentes, s/nº- centro/RJ).

HUTÚZ >> FALTAM 28 DIAS


O MINISTRO EDSON SANTOS AMANHÃ EM CAMPOS


ELE SERÁ RECEBIDO PELA PREFEITA ROSINHA GAROTINHO AONDE ASSINARÁ O TERMO DE ADESÃO AO FÓRUM INTERGOVERNAMENTAL BENEFICIANDO QUILOMBOLAS, ASSENTADOS, PESCADORES E INDIGENAS.

BOBBY BROWN >> MY PRERROGATIVE / EVERY LITTLE STEP

A OBRA DO IMPERADOR JONES LIDA POR MV BILL

O documentário é sobre o lider Abdias Nascimento.Dentro do documentário foram desenvolvidos trechos de peças diferentes.
A obra o IMPERADOR JONES de Eugene O'Neill foi lida por MV Bill na casa do Abdias.
Em 1944, Abdias Nascimento funda no Rio de Janeiro o Teatro Experimental do Negro, que visa reabilitar e valorizar a herança cultural, identidade e dignidade humana do afrodescendente.
Promove a inclusão do ator, diretor e autor negros num teatro brasileiro onde é norma brochar o ator branco de preto quando haja um protagonista negro. Revela o potencial cênico dos heróis negros e da epopéia afro-brasileira, até então excluídos da dramaturgia nacional.
Realiza concursos de beleza e atua nas artes plásticas com o propósito de incluir a mulher negra e a arte negra no conceito estético brasileiro.
A qualidade artística de suas realizações atrai a colaboração de intelectuais e artistas destacados, brancos e negros. O Teatro Experimental do Negro une a atuação política à afirmação da cultura de origem africana, representando um avanço na luta contra o racismo no século vinte.
http://www.abdias.com.br/

DECEPÇÃO COM JA RULE

Rapper Ja Rule não foi à festa preparada para ele
O rapper norte-americano Ja Rule deixou frustrados centenas de jovens que o aguardavam ontem à tarde, na Praça do Cidadão, em Ceilândia Norte. Coordenada pelo projeto Jovens de Expressão, com sede há dois anos no local, a recepção ao ídolo de 33 anos envolveu 400 pessoas. Foi montada uma estrutura de som para acompanhar os passos de dança de rua e o gingado da capoeira, e o grafite nas paredes da associação ainda brilhava de tão novo. “Queríamos mostrar alguns trabalhos dos jovens da Ceilândia”, contou Alan Jhone, 28, do grupo DF Zulu. “Ele participa de alguns trabalhos sociais na cidade dele e o nosso intuito era fazer um intercâmbio.” O horário estava marcado para as 15h e o combinado é que o rapper ficaria ali durante uma hora. Quase três horas depois, ficaram sabendo que Ja Rule não iria. “Estava tudo certo para ele vir, mas ele não veio”, decepcionou-se Alan. “Ouvi um comentário de que as malas dele tinham sido extraviadas.” Os produtores locais do cantor — que deveriam esclarecer o assunto — não atenderam as ligações e deixaram seus telefones celulares na caixa postal. Ja Rule perdeu a oportunidade de estar em uma praça rodeada de manifestações artísticas e onde a presença ostensiva de um posto da Polícia Militar lembra a necessidade constante de conter os ânimos, principalmente entre os moradores das quadras 20 e 22. “A vinda dele aqui influenciaria mais na vida dele, mostraria mais coisas positivas pra ele”, observou Alan. Alguns adolescentes, vestidos com a camiseta da ONG, concordaram: “Seria uma oportunidade para ele conhecer o hip hop de verdade, conhecer pessoas que fazem o hip hop por amor e não para ganhar dinheiro”, rebateu Rick Lennon, 17. “Ceilândia é onde nasceu a cultura hip hop no Distrito Federal e ele não veio prestigiar”, lembrou Júlio Pereira, 17.


O grande astro perdeu a chance de se aproximar da comunidade. Uma comunidade que não pôde pagar os R$ 60 para assistir ao show de ontem, no Ginásio Nilson Nelson. Gente que sonha, quem sabe, em ter a mesma sorte de Ja Rule na vida. Nascido em Nova York, o rapper trocou a escola pelo tráfico de drogas aos 15 anos. Sete anos depois, estava contratado por uma gravadora e começava a deslanchar na carreira musical. Hoje, ele tem oito CDs lançados, participou de 10 filmes, ganhou três prêmios Grammy e soma 25 milhões de discos vendidos.

DROGAS >> AMIGO DE VERDADE NÃO TE COLOCA NESSA FURADA


Resgatada pela mãe, a dona de casa L., 43 anos, na Favela do Jacarezinho, na Zona Norte do Rio, depois de mais uma temporada longe de casa, T. conta que já perdeu a conta de quantas vezes fugiu para se drogar. “Só sei que foram muitas. No início fugia só para ir a bailes funk. Depois que conheci o crack, comecei a passar dias, semanas e até meses sem voltar pra casa. Só vinha embora quando minha mãe subia o morro para me buscar”.

Há três anos, em 2006, T. foi tema de uma reportagem de O DIA também sobre dependência química. Na época, no entanto, seu problema era a maconha. A mãe tentava uma vaga para que a filha se internasse para tratamento na rede pública. Ela chegou a ficar reclusa duas vezes, mas por períodos de 25 dias apenas. O vício, desde então, só piorou, e o contato com o crack levou a menina a mergulhar ainda mais fundo nas drogas.

Filha de uma família de classe média, ela conta que dinheiro nunca foi o problema para comprar as pedras. “Quando não conseguia pegar na carteira da minha mãe, saía com os traficantes da boca”, revela. “Mas nunca aceitei pagamento em droga. Exigia o dinheiro para que eu pudesse pagar com a minha própria grana”, detalha a menina que desde que voltou para casa, há 18 dias, está sem usar a droga.“Hoje estou limpa, mas ainda sinto o cheiro e o gosto do crack na boca. E isso me deixa louca. Quando percebo que vou perder o controle, chamo a minha mãe e falo: ‘Mãe, estou surtando, quero ser algemada’, e ela sai correndo para pegar as algemas e me prender junto à cama”, detalha T. “Mas tem que esconder às chaves, porque, na fissura, se eu encontro, fujo na hora”, frisa a jovem, que também já frequentou o Complexo de Manguinhos. “Foi lá que comecei a me prostituir. No início, como era do ‘asfalto’, os traficantes me davam até R$ 30 pelo programa. Para as outras meninas só davam R$ 20. Depois de uns tempos começaram a me esculachar muito, por isso fui embora para o Jacarezinho, onde sabia que tinha um prostíbulo. Mas lá o preço é tabelado: R$ 15 pra todas”, diz T., que afirma já ter fumado até 30 pedras de crack num dia.“Não conseguia parar. Era uma atrás da outra. Se não fosse assim, a ‘deprê’ batia forte, e eu deixava de me sentir a mulher mais poderosa do mundo para me achar a pior de todas”, descreve a menina, que pede ajuda para se livrar do vício. “Se fico na rua, acabo me drogando. Preciso de um tratamento onde eu seja obrigada a me tratar. Ou o crack vai me matar”, desabafa T.





Ministro da Saúde reconhece falhas





O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, afirmou ontem, no Rio, que estão sendo investidos R$ 110 milhões em atendimento a usuários de crack em todo o Brasil e admitiu que há falhas no auxílio a dependentes químicos que precisam de tratamento. “Reconhecemos que existem falhas. Nem todas as pessoas que precisam conseguem atendimento no tempo que gostariam. Mas este plano que está sendo implementado vai trazer resultados”, afirmou. Os recursos são parte do Plano Emergencial de Ampliação do Acesso ao Tratamento e Prevenção em Álcool e outras Drogas, lançado em junho. O valor total previsto chega a R$ 117,3 milhões, dos quais R$ 41 milhões já foram repassados a estados e municípios.

Segundo o ministro, o número de leitos será ampliado em 2.500 em hospitais gerais do País, com capacidade para atender até 12 mil dependentes químicos. “Esse é um problema gravíssimo que afeta a sociedade brasileira. É um problema complexo porque nós estamos lidando também com tráfico e criminalidade”, completou Temporão.



Vício já ceifa oito em cada 10 menores


Levantamento da Secretaria Municipal de Assistência Social com menores de rua confirma a devastação do crack nesta década. Oito em cada 10 jovens são viciados; há quatro anos, eram 13%. A prefeitura ainda descobriu que muitos mentem o nome e de onde vêm para sustentar a dependência. No Flamengo — onde O DIA terça-feira encontrou jovens entorpecidos amontoados —, a maioria vem da Zona Oeste e Baixada.“Tentam confundir o entrevistador e querem se manter longe da família. Mas descobrimos de onde vêm”, explicou o secretário Fernando William. “A agressividade deles, incomum há alguns anos, é mais uma herança maldita”. Quatro clínicas de desintoxicação e internação serão abertas mês que vem.

Segundo o subchefe operacional da Polícia Civil, delegado Carlos Oliveira, a maior parte do crack que chega ao Rio vem de São Paulo. Ele afirma que as favelas do Jacarezinho e de Manguinhos foram as primeiras a vendê-lo, mas que hoje todas as quadrilhas o comercializam. “Este combate não pode ser exclusivo da polícia, precisa ser um trabalho engajado da sociedade”, afirmou.



´´A DROGA TOMOU CONTA DA MINHA FILHA``



Desesperada com o sofrimento da filha, a dona-de-casa L., 43 anos, conta que já não sabe mais o que fazer para tentar salvar a vida de T. “Essa droga tomou conta da minha filha de tal maneira que hoje eu chego a ter medo dela”, admite L. “Mesmo assim não vou desistir. Isso nunca”, garante a dona-de-casa.

Desempregada, L. conta que teve que pedir demissão do emprego para vigiar a filha. “Ela precisa ter alguém tomando conta dela 24 horas por dia, senão ela foge de novo. Enquanto não bate a fissura ela fica bem. Mas, quando isso acontece, se não tiver quem a prenda, ela vai embora mesmo”, conta a mãe, que, além das algemas, também já usou correntes para manter a filha dentro de casa.

Inconformada com a falta de clínicas de tratamento públicas, para cuidar de viciados em drogas, L. alerta: “Se o Poder Público continuar dando as costas para esse problema, ele só vai piorar. E não adianta dizer que a responsabilidade é da família, porque sozinhos não vamos conseguir salvar nossos filhos. Digo isso por mim, e por milhares de mães que hoje sofrem deste mesmo problema”, critica L. que, em 2007, chegou a tentar suicídio após ver a filha fugir pela terceira vez

GERAÇÃO DESCARTÁVEL by Waguinho BSL

Vamos hoje questionar, avaliar e pensar sobre a nossa geração atual de jovens, geração que é criada e formada pela internet, que segue cegamente conceitos dos mais variados e muda constantemente de opinião de acordo com os fatos, estações do ano ou mesmo se for vantajoso.
Nossa geração segue com cabresto o que ditam nos meios de comunicação, sejam eles ouvidos, assistidos ou impressos, uma geração descatável que pensa pouco no futuro já condenado pela atitudes impensadas do presente e eu falo disso em todos os sentidos.
Nas questões financeira e profissional, procuramos hoje as profissões que nos darão dinheiro e não as que nos dão prazer, talvez seja por isso que muita gente vive a reclamar do trabalho que executa e vive consequentemente insatisfeito, não demora e a depressão toma conta, muitos dessa geração acham que o dinheiro compra tudo, inclusive a liberdade muitas vezes ameaçada por atos repugnantes.
Na área fisica, existe o culto ao corpo e a magreza, mas muitos infelizmente tomam bomba ou outras substâncias para antecipar fases que mais tarde trarão problemas sérios. Para essa geração atual, a imagem vale mais que caráter, sem falar que o dialogo foi deixado de lado, o bonito pra essa geração é bater, agredir e ofender.
Estudam sem muita vontade, acreditam muitas vezes que já sabem o suficiente, vão a escola ou universidade, até assistem as aulas, mas nada sabem. Possuem no máximo cinco assuntos que julgam dominar; carros, som, musculação, mulheres ou homens e pra fechar, as drogas.
Sentimentalmente estamos vendo crescer uma geração cheia de dúvidas e incertezas, há insegurança em tudo, talvez isso faça com que bebam e que consumam drogas das mais variadas.
Ainda no tema, nos relacionamentos essa geração troca de parceiro e parceira constantemente, acham bonito contar para os amigos e amigas quantos beijaram numa festa, criam entre um relacionamento ou outro, novos orkut e msn´s, se submetem a conceitos e ideias sem ao menos questionar, ao terminar uma relação querem já no dia seguinte recuperar o que julgam tempo perdido, começam um relacionamento novo sem fechar a conta ou ao menos avaliar o relacionamento passado, constroem em cima de escombros e lixos deixados e acumulados por relações fracassadas um novo castelo de areia, pena que sem alicerce mais dia ou menos dia, ruirá e cairá, ficando um vazio e um acúmulo de sofrimentos e frustrações.
Geração que não cria, que tudo copia, que apesar de tantas riquezas vive como mendiga, passa sede de frente pra uma fonte de água. Passa fome diante de um banquete oferecido pela vida todos os dias. Que não sabe e nem quer saber de nada, que não se prepara e que não se qualifica, que só menospreza quem corre atrás de suas conquistas.
Nossa geração é cheia de produtos fabricados pela midia, como separar o trigo do joio eu ainda não sei, mas creio que quem é bom se destaca, aparece e se coloca em evidência naturalmente, somos uma geração que prefere o temor ao invés de respeito, uma geração que vive com pressa e o pior, se distrai sem cinto com pegas, o bom é ser ilegal e rebelde, desprezando os mandamentos da Biblia e as leis da vida.
Somos uma geração aditivada e que entope o nariz, uma geração sem nexo cujo a lei é só sexo, uma geração sem vida que vive ao sabor do vento pra lá e pra cá, sem iniciativa, sem personalidade, sem identidade, sem ideolgia sem amor e respeito, sem um próprio conceito, uma geração de cara pra um computador e de costas pro mundo e pro que ele tem a oferecer.
Bom dia.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

SUGESTÕES E DICAS PARA O BLOG: waguinhobsl@hotmail.com

NA MÃO DO PALHAÇO 2 - CONTINUAÇÃO - by Waguinho BSL

Continuamos o assunto de ontem no dia de hoje, é um assunto que dá muito pano pra manga, terminamos ontem com a constatação e avaliação de que filho de rico é doente, coitadinho e tal. Já o filho do pobre é marginal, tem indole suspeita e seu metiê é cercado de gente assim.
Posso citar mais dois casos sobre as drogas que tomaram a nossa tv nesta semana, um é do ex-cantor, ex- tudo Rafael Ilha, um cara que participou de um grupinho daqueles inventados por Gugu(Augusto Liberato) e que fez um relativo sucesso em uma certa época. O tal do Rafael se empolgou com a fama e o seu ´´talento`` que sempre teve dia e hora pra terminar, porque artista assim é limitado e deveriam ser avisados e preparados por produtores e empresários para lidar com o fim do sonho, pois gente assim como a pessoa citada, que tem música(se é que podemos chamar aquilo que ele fazia ou tentava fazer disso) e sua conduta descartáveis não vão muito longe em nada se não tiverem um cara com muita grana por trás para injetar grana e assim comprar opiniões e fazer com que seus projetos musicais e consequetemente a fama continuem na crista da onda. Rafael Ilha da fantasia não segurou a onda e entrou pro mundo das drogas infelizmente, que Deus me perdoe porque eu tenho filhos e ainda vivo, mas acho com certas doses de certeza que muito do que ele faz, é para chamar a atenção da midia e se manter no foco de uma atenção vã. Ele não é humilde, é um cara arrogante que se acha certo até nessas horas, muita gente já tentou ajudá-lo, mas o que ele quer realmente é a volta da fama e isso é impossivel nos dias atuais, fora as páginas policiais.
Um outro caso é na novela Poder Paralelo da Record, cujo o tema da novela gira em torno de uma briga de mafiosos, Rudi personagem do ótimo ator Petrônio Gontijo é um cara que tem dinheiro fama, mulheres, mas é manipulado o tempo todo devido a sua dependência quimica, sua familia exceto a sua mãe, já o colocou para fora devido as suas crises e ataques causados por excesso de drogas, um retrato verdadeiro do que a droga faz com a pessoa e a familia que também vira de forma indireta refém de tudo e sofre com todas as consequências e não adinta dizer que isso se normaliza ou se estabiliza, o viciado quer ser sempre mais e mais, ele não tem limite, não tem controle. Como diz uma músca que ouço muito do Dj Alpiste ´´Aquilo que você domincava agora te dominou.``
Querem a liberação e citam os Estados Unidos como um exemplo para a liberação, mas esquecem que lá o sistema de saude é bem melhor que o daqui, muitos bem intencionados em esconder a falta de tato, talento e competência de nossas autoridades, já citaram a Holanda como um exemplo de sucesso mas se esquecem que se trata de um pais de 1º mundo na qual as pessoas tem outro nivel de educação e sustento. Uma outra coisa que vale a pena citar e relatar que liberdade muitas vezes é confundida com libertinagem, na qual muita gente vai usar das drogas para agredir as pessoas que não usam, um exemplo: é a situação que muitos vivem com a liberação sexual, não tenho nada contra quem é homossexual, bi ou demais variações, tenho amigos e conhecidos assim, mas dai achar que todo mundo tem que aceitar beijos, caricias em público na minha cabeça é demais, nem entre sexos opostos se aceita exageros, quanto mais com pessoas do mesmo sexo, creio na máxima que o meu direito termina quando começa o seu e até as liberdades que temos devemos saber usar com prudência e sabedoria, na minha concepção e ótica muitos não sabem como agir e se comportar, acabam contribuindo para o aumento das criticas e do preconceito.
Hoje não é mais raro, mesmo sem a liberação, ver gente nas ruas fumando, cheirando, consumindo vários tipos de drogas em plena luz do dia, perto de escolas e afins. Muitos usam disso para agredir de verdade a sociedade sem motivo algum.
Sinceramente eu não acredito nem em discussão por tal causa, se esse pais é o tal pais do futuro como muitos dizem e vendem essa imagem, eu afirmo que não quero meu nome e nem meus filhos ligados a uma geração de viciados e escravos das drogas.
Acho que eu não suportaria ver um filho meu enveredado por esse caminho, prefiro vê-lo morto do que vê-lo como um cadáver vivo a vagar, mendigar exposto a doenças e demais tipos de violência.
A droga pelo nome que tem, já diz tudo.
Vamos buscar soluções para isso na educação, no esporte, na qualificação e é claro, na informação.
Bom dia.

UTILIDADE PÚBLICA

Incentivo à prevenção do câncer de mama no sábado

No próximo sábado, dia 31, às 10 horas, no subsolo do Campos Shopping, no Centro de Campos, será realizada uma grande movimentação para diagnóstico precoce do câncer de mama. O evento, promovido por uma multinacional do setor de cosméticos, acontece de Norte a Sul do Brasil durante o mês de outubro, num projeto mundial de conscientização sobre a doença.
Serviços - Auxiliares de enfermagem do Centro Social de Apoio da Comunidade de Guarus vão realizar aferição de pressão arterial e testes de glicose. Haverá também a distribuição de leques e flyers da marca com informações sobre o que toda mulher precisa saber sobre o câncer de mama para proteger a própria vida e contribuir para outras mulheres sobreviverem a essa doença. O evento vai oferecer ainda aos participantes, maquiagem adulto e infantil e serão distribuídos cupons para o sorteio de uma cesta com produtos da empresa.
Doe sangue no Hemocentro:
A unidade opera em bixa com seu estoque de sangue que chega a 40% no RH positivo e 20% no RH negativo.
Amanhã a unidade móvel estará na Santa Casa de Misericórdia.

VIRADÃO ESPORTIVO NACIONAL DA CUFA - FALTAM 10 DIAS


ACESSE: viradaoesportivo.com.br


MAIS DE 30 HORAS DE ESPORTE, LAZER E MÚSICA.

HUTÚZ .. FALTAM 29 DIAS - ACESSE: HUTUZ.COM.BR


HUTÚZ 10 ANOS - PARABÉNS PRA VOCÊ !!!


Hutúz 2009 é nota 10. Marca os dez anos do maio Prêmio de Hip Hop do Brasil, palco que muitos artistas fora, descobertos, revelados e por que não ovacionados. O Prêmio Hutúz tinha um desafio principal: mostrar aos berços do Hip Hop é que era possível produzir uma premiação clássica com qualidade com respeito aos participantes. O Hip Hop através do Hutúz provou que era possível, hoje a CUFA decide terminar o ciclo dessa premiação com a certeza que os estados estão prontos para realizar seus prêmios e naturalmente construir outras premiação e continuar valorizando a arte dos guetos, mas como o Hutúz mostrou uma arte que dialoga com outras culturas e universos.

Neste ano, o ultimo ano do Premio Hutúz, faremos uma grande festa de aniversário, vamos comemorar essa data relembrando os grandes momentos desses felizes dez anos de sucesso. Os grandes shows, os grandes filmes e tudo mais...

Vamos fechar essa última edição permitindo que você escolha os dez melhores da história do Hip Hop Brasileiro e no dia da premiação subirão no palco os três melhores de cada categoria.


HUTÚZ RAP FESTIVAL



Data: 27 e 28/11 - SEXTA E SÁBADO
Local: Circo Voador – Pça Cardeal Câmara, s/nº - (A CONFIRMAR)
Horário : 22h - (A CONFIRMAR)
INGRESSOS: R$40,00 (ANTECIPADO)
O bonde não para, a nossa festa vai ser grande, e ninguém vai ficar parado, pois os grandes nomes do Hip Hop nacional e Internacional vão agitar a galera.O Hutúz Rap Festival é o local certo onde os fãs ficam mais próximos dos seus grandes ídolos.Este ano, o festival comemora seu aniversário e a pressão vai ser total, as noites do Rio de Janeiro nunca mais serão as mesmas e você, é lógico, não vai perder essa!

Fique atento à programação.
Show de Racionais e MV Bill nos dois dias
Batalhas de Break e MC
Graffiti com Daze
Apresentação do Palco Principal por Fab
HBR, Skate e palco alternativo

DIA 30, SEXTA >> ESTREIA NACIONAL DO FILME - O BESOURO

MINISTRO EDSON SANTOS NO DIA 31 EM CAMPOS


Ele estará como ministro assinando um termo de adesão visando trazer beneficios para as minorias do pais. Quilombolas, assentados e etc.



Quem é Edson Santos?

Ex-vereador, Edson Santos foi um dos nomes cotados para ser o candidato do PT à prefeitura do Rio de Janeiro no segundo semestre do ano passado. Militante do movimento negro, o petista de 53 anos, iniciou carreira política no movimento estudantil nos anos de 1980.
Na época, foi aluno do curso de Ciências Sociais da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) e integrou a União Estadual dos Estudantes (UNE). Depois, na Cidade de Deus, favela da Zona Oeste do Rio onde morou por dez anos, começou a trabalhar como líder comunitário. Santos presidiu o Conselho de Moradores da comunidade e em 1988, foi eleito vereador do município do Rio de Janeiro e reeleito quatro vezes.
O ministro concorreu ao Senado em 2002, mas não foi eleito e chegou à Câmara dos Deputados em 2007 ao obter 105 mil votos em 2006. Santos foi o deputado federal mais votado do PT do Rio de Janeiro. Como deputado, participou da Comissão Geral que discutiu o Estatuto da Igualdade Racial.

PARTICIPE DA SEMANA DA CONSCIÊNCIA NEGRA >> DE 17 a 20 de NOVEMBRO

As terras que já foram ocupadas por escravos forros hoje guardam marcas de sua ocupação na Serra dos Pretos Forros, na presença do futebol e do samba.
O desmembramento das chácaras da região deram lugar às ruas Dr. Peçanha, hoje Adolfo Bergamini, Dr. Leal, Dr. Bulhões, dentre outras.O primeiro concurso de escola de samba aconteceu no Engenho de Dentro, com desfile realizado na avenida Adolfo Bergamini, onde hoje está a Escola de Samba Arranco. Passaram também por ali o Bloco da Alvorada e o Bloco da Chave de Ouro.
A partir da abertura da Estrada de Ferro Dom Pedro II, com a instalação de oficinas ferroviárias, o bairro ganhou ares de modernidade que desembocaram nas dimensões metropolitanas de hoje com a presença do Estádio João Havelange (Engenhão), e da Linha Amarela, que leva à Barra da Tijuca, valorizando todo o entorno.

Fundamentado na história e na necessidade de fomentar a discussão sobre a preservação da memória e da cultura afro-descendente, como uma das matrizes da identidade do bairro e do povo brasileiro, o SESC Engenho de Dentro realiza em novembro, a Semana da Consciência Negra, promovendo, entre outras atividades, o Seminário Matriz Africana.

A proposta do seminário é contribuir com os debates sobre a promoção da igualdade e erradicação da discriminação racial e étnica e a preservação da memória, tradição e influência da cultura africana na formação da identidade brasileira. Em anexo estão o folder com a programação completa e a ficha de inscrição. Para o Seminário serão oferecidas 100 (cem) vagas gratuitas para a comunidade, professores, estudantes, artistas, produtores culturais etc.

Envie a ficha de inscrição preenchida para o e-mail: seminariosescmatrizafricana@yahoo.com.br

A confirmação da sua inscrição também será enviada por e-mail. Por isso informe na ficha um e-mail válido.

SELO POVO >> AGORA NINGUÉM SEGURA


Agora ninguém controla nossa história!
Chegou o primeiro livro do SELO POVO. Cronista de Um Tempo Ruim.



Agora é quente, ninguém controla nossa história!



Cronista de Um Tempo Ruim, já está na zona Sul de Sampa.
O primeiro livro do Selo Povo que tem como idéia estimular a literatura marginal de uma vez por todas na quebrada.
Selo Povo - os livros serão de todos.

Cronista de um tempo ruim tem textos inéditos em livro como: As respostas, que foi recitado no cd do Facção Central, além de Matemática de favela, que está sendo recitado nas minhas palestras, além disso os textos Vida Jovem em Promoção, SPCC, A verdade Absoluta, Sobreviver em São Paulo, o também inédito Certezas Pelo Ralo, Realidade que Machuca (publicado na cartilha da O.N.U), Desarmamento (Revista Trip), Sobre Pássaros e Lobos (Le Mond Diplomatic), Brazil for Sale (Caros Amigos), Cotidiano 100%.
São ao todo 20 textos, com uma introdução de Érica Peçanha e uma apresentação de M. Jolnir.
O livro é o primeiro do Selo Povo, custa 5,00 tem mais de 125 páginas e está na pré venda nas lojas 1dasul, tanto do Capão Redondo, como em Santo Amaro.
O lançamento oficial será na Ação Educativa. Muito axé e agora é correr para que todos vejam a primeira criança do Selo.


Ferréz






O que é Selo Povo?

Selo feito para livros de bolso, livros esses escritos por e para mãos operárias, rebeldes, marginais, periféricas. Que possa alcançar o público despossuído de recurso que geralmente vê o livro como um item raro e elitista. Um vinho guardado e nunca degustado, enquanto queremos que todos bebam pelo menos sua tubaína diária.

Um selo em um livro de bolso, para ser posto na sexta básica, para ser lido na rua, no horário de almoço, nas prisões, nos acampamentos, nas zonas, nos bares, barracos e barrancos desse imenso país periferia. Esse selo garante um livro de fácil leitura e que será lido, relido, emprestado e gasto, andando de mão em mão até que volte para onde veio, a vida.

Ao preço de 1 cerveja e meia, e mais barato que um prato feito, a desculpa para não ler acabou. Bem vindo ao Selo Povo, feito pra você e pra todo mundo.


Ferréz

CUT LANÇA CAMPANHA PELA REDUÇÃO DA JORNADA

terça-feira, 27 de outubro de 2009

VIRADÃO ESPORTIVO NACIONAL DA CUFA >> FALTAM 11 DIAS


ACESSEM: viradaoesportivo.com.br


Se os Jogos Olímpicos tivessem o tempero brasileiro, na hora de escolher as modalidades esportivas, talvez a competição ficasse com a cara do projeto Viradão Esportivo, que está sendo organizado pela Central Única das Favelas (Cufa). O evento, com mais de 500 atividades previstas, acontecerá das 9h do dia 7 de novembro às 18h do dia seguinte, no estado do Rio. Serão 33 horas seguidas de atividades diversas, para mostrar que tratando-se de esporte, há muito mais do que só a paixão nacional pelo futebol. Dentre os 500 eventos programados no estado, até agora, há opções que variam de uma tradicional partida de futebol, uma competição de box tailândes na Rocinha a um torneio de skate em Anchieta.

Haverá eventos como campeonato de manobras de skate em Anchieta, torneio de futebol de botão em Niterói, “surf adaptado” e “vôlei sentado” (para deficientes físicos) em praias do Rio. Um dos objetivos é incentivar a prática esportiva como inclusão social e como exercício de cidadania — diz a produtora da Cufa, Luana de Jesus.

Quem entrar no espírito do Viradão poderá participar do projeto de várias maneiras. Algumas atividades só permitirão que um eventual interessado seja espectador, como o Campeonato Estadual de Tênis de Mesa, previsto para o dia 8, na Barra da Tijuca. Neste caso, só poderão jogar atletas federados. Outros eventos darão a chance de extravasar o esportista que há em cada um: basta se inscrever e entrar no jogo.

No Engenho Novo, por exemplo, haverá aulas de capoeira. Existe espaço até para quem sempre sonhou em dar ares de evento àquela brincadeira de fim de semana entre amigos. Basta entrar no site do Viradão (www.viradaoesportivo.com.br) e registrar a atividade esportiva, com data e local, para que entre no cronograma oficial do evento.


O skatista Eduardo Gringo, de 31 anos, que é representante da Cufa na modalidade esportiva, vai reunir os praticantes cariocas em Anchieta.

— Dez ônibus cheios vão partir de Olinda (bairro de Nilópolis). Sairemos às 18h, do dia 7, em direção à Praça Granito, em Anchieta. Lá, vamos mostrar vídeos institucionais de praticantes cariocas do esporte, além de promover um campeonato de melhores manobras — disse Eduardo Gringo.

RACISMO >> DENUNCIE >> INFELIZMENTE ELA JÁ ESTÁ SOLTA


ESSA É A EDINA >>>


O 3º sargento da Polícia Militar (PM) Fernanda Martins, lotado no 8º Batalhão de Polícia Militar (BPM) em Campos, foi vítima de racismo na madrugada de ontem durante uma festa que acontecia no interior da Fundação Rural de Campos. Em entrevista ao O Diário, ela disse que não perdoa a estudante de Direito Edina Geigila Marques Ferreira, 32 anos, que foi autuada em flagrante na 134ª Delegacia Legal (DL/Centro) por injuria racial. Segundo a oficial, Edina, ao entrar no estabelecimento, não permitiu que um segurança revistasse sua bolsa. A cena foi vista pelo sargento que se apresentou como militar para a estudante, na tentativa de fazer o procedimento legal. Foi quando Edina ofendeu Fernanda, chamando-a de “negra e favelada”. “E ela repetiu essas palavras várias vezes na frente de muita gente. Disse, ainda, que eu iria morrer negra e favelada”, contou.
Fernanda estava acompanhada do filho e afilhado que presenciaram as ofensas. “Nunca passei por isso. Quando eu vi que meu filho estava vendo aquilo tudo, eu pedi que ele fosse embora para casa”, ressaltou o sargento, informando que, no momento da confusão, a acusada disse que tem terceiro grau completo em Direito na tentativa de inibir a policial, mas apresentou na delegacia a carteira de estagiária da Ordem dos Advogados do Rio de Janeiro (OAB/RJ) vencida.Duas testemunhas depuseram na delegacia em favor da policial, que foi amparada juridicamente pela Associação do Grupo Integrado de Amigos Militares e Civis (AGIA). O órgão apresentará uma ação civil ao Ministério Público (MP) por reparação de danos morais. Edina se reservou ao direito de apenas falar em juízo. Na delegacia, ela foi autuada no artigo 140, parágrafo terceiro, combinado ao artigo 141, III, do Código Penal (injúria por discriminação racial), crime inafiançável e a pena varia de um a três anos. Ela foi conduzida para o anexo feminino do Presídio Carlos Tinoco da Fonseca, no Centro de Campos.
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
Graças a um alvará de soltura, emitido ainda na noite de domingo, a estagiária em advocacia, Edina Geigila Marques Ferreira, 32 anos —
que foi detida por injúria racial contra uma policial militar, na madrugada de domingo em Campos — foi liberada da prisão. Mas mesmo com a liberação, o inquérito prossegue na Justiça.Edina foi detida em após ofender com palavras racistas a 3ª Sargento da Pm do 6º Comando de Policiamento de Área (CPA), Maria Fernanda Martins Ventura, no momento em que tentava entrar em uma boate localizada na área interna do Parque de Exposições da Fundação Rural de Campos. A ocorrência terminou por volta das 15h de domingo.

NA MÃO DO PALHAÇO by Waguinho BSL


Continuo a falar no dia de hoje de questões que comecei a mencionar na sexta passada aqui no blog, já falei de escolhas, das nossas vontades e dos caminhos que escolhemos para seguir adiante pela vida, ontem falei das coisas que levamos para dentro de nossas casas e do tipo de educação que estamos dando a quem amamos de verdade. Citei coisas que assistimos, ouvimos e lemos que em nada contribuem para o crescimento, a gente fala muito de educação, mas que tipo de educação existe em músicas que falam de sexo como algo descartável e sujo?
Que fala de amizades como algo passageiro e sujeito a outros interesses como um rabo de saia ou uma barriga tanquinho?
Sei lá, eu também nem deveria estar surpreso ou indignado com o que eu vejo por ai, afinal de contas a Biblia é categórica ao dizer que o mundo jaz no maligno, agora de amnhã me surpreendo com um texto do conceituado Siro Darlan (
http://www.cufa.org.br/in.php?id=2009/mat09_166) que propõe a liberação das drogas baseado num depoimento de um policial americano, bem, o Ministro da Justiça Tarso Genro propôs pena mais dura para os traficantes, mas e pro usuário que rouba os pais e pessoas na rua, que matam como foi o caso do músico de 26 anos antiontem no Rio, que destroi todo o ambiente familiar com um vicio que ele lê, sabe das consequências e mesmo assim embarca, o que ele leva, qual a parcela de culpa dele nisso tudo ??
Nenhuma???
Quem é que sobe o morro procurando drogas?
Quem é que bate no pai e na mãe diante do descontrole do vicio?
Por favor, vejam o filme do Spike Lee no qual o titulo tem algo a ver com selva, não me lembro o nome nesse momento, não desrespeito o usuario, mas ele tem culpa nisso tudo em que estamos vivendo sim, pois em algum momento nessa história ele foi fraco, fraco por entrar nisso por intermédio de amigos, fraco por ser curioso, fraco por achar que controlaria essa droga que varre a moral, os bons costumes, os sonhos, a saude, enfim, a familia. Já pensou se liberassem as drogas?
Já imaginou seu filho ou sua filha cheirando cocaina no chão da sala?
Ja imaginou seu filho ou filha queimando uma pedra no maior barato com seus amigos sem que ninguém censure?
E a conta depois, quem paga?
Quem pagará pelas sequelas nas crianças?
Quem herdará essa herança maldita?
Sabe, temos o mau costume de tapar o sol com a peneira, de jogar a poeira pra debaixo do tapete, é como muitos pais omissos hoje em dia fazem com os filhos que teem relações sexuais, ´´ É bem melhor minha filha transar em casa do que na rua sujeito a algum vândalo.``
Ingênuos????
Conte outra.
Como diz a música que postei ontem no meu blog, você já viu plantação de coca em grande escala em terreno de pobre?
Liberar as drogas por aqui é a real sentença de morte para a juventude desse pais que se gaba por beber, por se drogar, por se bombar e por ser ´´rebelde``, juventude essa que tem acesso a uma péssima educação, apesar de estar na internet boa parte do tempo, não lê e não se informa como deveria, só entende internet como orkut, msn, facebook, twitter, isso sem falar do nosso sistema de saude falido, bom vai ser para o rico que tem dinheiro para pagar clinicas e livrar os filhinhos criados a Sustagen da cadeia, e nós pobres ??
Condenação, perda de emprego, perda da familia e de toda a dignidade.
Para o rico, o seu filho usuario é um doente como o pai do músico de 22 anos disse ontem, sinceramente não me comove em nada, entrou porque quis.
Para os pobres só o sofrimento e na ótica dos ricos, o meu e o seu filho são vagabundos que já tem no DNA a péssima indole e tendência, portanto, falta igualdade nesse pais para tratar desses jovens, dois pesos e duas medidas existirão infelizmente enquanto o mundo for mundo, portanto não tem como liberar droga nenhuma.
Está se pensando no antes e durante, mas e o depois?
Os roubos em sua própria casa e nem os assaltos acabarão com a legalização ou você sustentará o vicio de alguém?
Continua...
Bom dia.

PRIMEIRO ENCONTRO DE NAVES NO CAPÃO REDONDO






CONTAGEM REGRESSIVA PARA O HUTÚZ FESTIVAL >> FALTAM 30 DIAS


HUTÚZ RAP FESTIVAL
Data: 27 e 28/11 - SEXTA E SÁBADO
Local: Circo Voador – Pça Cardeal Câmara, s/nº - (A CONFIRMAR)
Horário : 22h - (A CONFIRMAR)
INGRESSOS: R$40,00 (ANTECIPADO)
O bonde não para, a nossa festa vai ser grande, e ninguém vai ficar parado, pois os grandes nomes do Hip Hop nacional e Internacional vão agitar a galera. O Hutúz Rap Festival é o local certo onde os fãs ficam mais próximos dos seus grandes ídolos.

Este ano, o festival comemora seu aniversário e a pressão vai ser total, as noites do Rio de Janeiro nunca mais serão as mesmas e você, é lógico, não vai perder essa!Fique atento à programação.
Show de Racionais e MV Bill nos dois dias
Batalhas de Break e MC
Graffiti com Daze
Apresentação do Palco Principal por Fab
HBR, Skate e palco alternativo

INFORMAÇÕES: www.hutuz.com.br


ENTREVISTA COM CELSO ATHAIDE FEITA PELO SITE RAP NACIONAL


Por Elaine Mafra


Como surgiu a idéia de criar o Hutúz?

A ideia surgiu naturalmente a partir de outras conquistas, um espaço aglutinador seria consequencia natural para a construção de uma nova identidade do segmento. Eu diria que foi muito mais uma iniciativa do que uma ideia, pois as idéias estão sempre soltas por ai, na cabeça de muitas pessoas, o grande mistério está exatamente na iniciativa, fazer acontecer.



Qual o objetivo do Hutúz?

Mostrar para as pessoas do hip hop que elas podem fazer coisas imponentes, com qualidade, trazer patrocinadores, serem profissionais, se relacionar com a mídia, enfim, criar um mercado de verdade, e não ficar com um discurso ingênuo que chega na maioria das vezes beirar a depressão. Hoje podemos dizer que o Rap, o Hip hop pode realizar coisas tão nobres quanto as que admiramos .



Você acha que nesses dez anos conseguiu atingir essa meta?

Em parte sim, se considerarmos que o Hutúz está acabando esse ano e os patrocinadores estão pedindo para eu não terminar, ou seja, se não estamos acabando por falta de apoio então conseguimos parte da meta que é ter conquistado respeito, prestigio e credibilidade, se chegamos aos dez anos de vida, então podemos dizer que no meio do hip hop também alcançamos isso, mas pra mim o que não conseguimos conquistar foi a melhora na qualidade dos grupos, isso não podemos fazer, a arte é algo que não podemos interferir . Infelizmente o rap vem reproduzindo discursos e isso é pouco.. é preciso praticar o que se prega, o hip hop não pode ser basear apenas numa voz afinada, o que diferencia um grande rapper por exemplo de um rapper mediocre, são as suas atividades, não a letra de sua música.

E a soma de tudo isso transforma o ambiente em que vivemos. Eu não gostaria de deixar como legado para o hip hop da proxima década um monte de discursos equivocados, mas deixar exemplos práticos de mudança, deixar como legado a transformação real da vida de muitas pessoas, se for somente música, então não é hip hop, é entretenimento.



Como você conseguiu transformar o Hutúz na maior premiação da América latina?

Estive em algumas premiações nos E.U.A e nada do que ví me seduzia, então resolvemos criar algo que fosse clássico, mas uma coisa iria nos diferenciar de todos os outros eventos e premiações, esse diferencial seria e é o nosso sentimento.



Por que somente o "Norte/Nordeste" possui uma categoria exclusiva?

Por ser uma região que precisava de incentivo para estar presente no cenario nacional, para dar volume a essa região, do contrário repetiriamos os anos anteriores, aonde somente subiam no palco alguns poucos estados, isso além de enfraquecer a relação nacional, desestimula quem está lá fazendo um bom trabalho, logo que essa região tomasse fôlego, a ideia seria dar fim a essa categoria e a outra razão foi a reivindicação que eles fizeram. Temos que ter sensibilidade nessas horas.



Por que o Hutúz vai acabar?

Porque ele já cumpriu o seu papel, nesses dez anos muitos se revelaram, muitos de descobriram e muitos foram felizes. O Hutúz proporcionou muitos sorrisos e lágrimas nas pessoas, sabemos o quanto esse prêmio é importante e o quanto ele vai fazer falta, por outro lado a Cufa tem que ir realizar outros projetos, se não o prêmio se torna maior do que o proprio mercado. Agora é a vez do hip hop mostrar que está preparado para seguir adiante, criar um novo prêmio de rap e de hip hop e continuar o que começamos, se o hip hop não tiver condições pra fazer, então imagino que um boy o faça e o movimento vá lá legitimar, tudo vai ser natural. Na minha avaliação se o rap seguir o caminho que está, ele se tornará um câncer pra juventude brasileira e o Hutúz na minha avaliação não pode contribuir com isso. Se for somente pelo dinheiro eu faço um prêmio de axé. Acho que antes voltar a fazer o prêmio um dia, o hip hop vai ter que mostrar que cresceu, que tem responsabilidade e realmente tem compromisso com as mudanças, do contrário seremos um bando de gente falando qualquer coisa, palavrões a ermo, desreipeitando as mulheres, agredindo os homossexuais nas saidas dos bailes e mesmo assim estaremos com um discurso afinado de uma revolução que não chegará. Acho que é isso, existe hoje de minha parte uma certa descrença com todos os discurso do rap, com as posturas e se eu não acredito nesse modelo que estamos reproduzindo, então o Hutúz acaba sendo de certa maneira a celebração oficial de tudo isso . O Hutúz pode voltar um dia, mas o hip hop tem que mudar e se isso não for possivel, então espero que alguém crie um prêmio que possa representar esse modelo. Fazer uma festa para premiar esses 10 anos que passamos produzindo o Hutúz me dá a sensação de que estaremos efetivamente valorizando uma quantidade de momentos importantes que o prêmio viveu, que o hip hop viveu e porque não dizer, estaremos brindando momentos mágicos que esse pais viveu.

REFLEXÃO - EXTRAIDO DA REDE CUFA

03/09/2009 16:50:25 Luiz Gonzaga Belluzzo
Eu estava na ante-sala de uma médica, em Salvador. Sábado , dia 29 deagosto. E apenas por essa contingência, dei-me de cara com uma chamada de primeira página - uma manchetinha - da revista Época, já antiga de março deste ano de 2009: A moda de pegar rico - as prisões da dona da Daslu e dos diretores da Camargo Corrêa.
Alguém já imaginou uma manchete diferente e verdadeira como por exemplo, A moda de prender pobres?
Ou A moda de prender negros?
Não, mas aí não. A revolta é porque se prende rico. Rico, mesmo que cometendo crimes, não deveria ser preso.
Lembro isso apenas para acentuar aquilo que poderíamos denominar de espírito de classe da maioria da imprensa brasileira. Ela não se acomoda - isso é preciso registrar. Não se acomoda na sua militância a favor de privilégios para os mais ricos. E não cansa de defender o seu projeto de Brasil sempre a favor dos privilegiados e a favor da volta das políticas neoliberais. Tenho dito com certa insistência que a imprensa brasileira tem partido, tem lado, tem programa para o País. E como todos sabem, não é o partido do povo brasileiro. Ela não toma partido a favor de quaisquer projetos que beneficiem as maiorias, as multidões. Seus olhos estão permanentemente voltados para os privilegiados. Não trai o seu espírito de classe.
Isso vem a propósito do esforço sobre-humano que a parcela dominante de nossa mídia vem fazendo recentemente para criar escândalos políticos. E essa pretensão, esse esforço não vem ao acaso. Não decorre de fatos jornalísticos que o justifiquem. Descobriram Sarney agora. Deu trabalho, uma trabalheira danada. A mídia brasileira não o conhecia após umas cinco décadas de presença dele na vida política do país. Só passou a conhecê-lo quando se fazia necessário conturbar a vida do presidente da República. O ódio da parcela dominante de nossa mídia por Lula é impressionante. Já que não era possível atacá-lo de frente, já que a popularidade e credibilidade dele são uma couraça, faça-se uma manobra de flanco de modo a atingi-lo. Assim, quem sabe, terminemos com a aliança do PMDB com o PT.
Não, não se queira inocência na mídia brasileira. Ninguém pode aceitar que a mídia brasileira descobriu Sarney agora. Já o conhecia de sobra, de cor e salteado. Não houve furo jornalístico, grandes descobertas, nada disso. Tratava-se de cumprir uma tarefa política. Não se diga, porque impossível de provar, ter havido alguma articulação entre a oposição e parte da mídia para essa empreitada. Talvez a mídia tenha simplesmente cumprido o seu tradicional papel golpista. Houvesse a pretensão de melhorar o Senado, de coibir a confusão entre o público e o privado que ali ocorre, então as coisas não deviam se dirigir apenas ao político maranhense, mas à maior parte da instituição. Só de raspão chegou-se a outros senadores. Nisso, e me limito a apenas isso, o senador Sarney tem razão: foi atacado agora porque é aliado de Lula. Com isso, não se apagam os eventuais erros ou problemas de Sarney. Explica-se, no entanto, a natureza da empreitada da mídia. A mídia podia se debruçar com mais cuidado sobre a biografia dos acusadores. Se fizesse isso, se houvesse interesse nisso, seguramente encontraria coisas do arco da velha. Mas, nada disso. Não há fatos para a mídia. Há escolhas, há propósitos claros, tomadas de posição. Que ninguém se iluda quanto a isso.
Do Sarney a Lina Vieira. Impressionante como a mídia não se respeita. E como pretende pautar uma oposição sem rumo. É inacreditável que possamos nós estarmos envolvidos num autêntico disse-me-disse quase novelesco, o país voltado para saber se houve ou não houve uma ida ao Palácio do Planalto. Não estamos diante de qualquer escândalo. Afinal, até a senhora Lina Vieira disse que no seu hipotético encontro com Dilma, não houve qualquer pressão para arquivar qualquer processo da família Sarney - e esta seria a manchete correta do dia seguinte à ida dela ao Senado. Mas não foi, naturalmente.
Querem e apenas isso, tachar a ministra Dilma de mentirosa. Este é o objetivo. Sabem que não a pegam em qualquer deslize. Sabem da integridade da ministra. É preciso colocar algum defeito nela. Não importa que tenham falsificado currículos policiais dela, vergonhosamente. Tudo isso é aceitável pela mídia. Os fins, para ela, justificam os meios.
Será que a mídia vai atrás da notícia de que Alexandre Firmino de Melo Filho é marido de Lina? Será?
Eu nem acredito.
E será, ainda, que ele foi mesmo ministro interino de Integração Nacional de Fernando Henrique Cardoso, entre agosto de 1999 e julho de 2000?
Era ele que cochichava aos ouvidos dela quando do depoimento no Senado?
Se tudo isso for verdade, não fica tudo muito claro sobre o porquê de toda a movimentação política de dona Lina?
Sei não, debaixo desse angu tem carne…Mas há, ainda, a CPI da Petrobras que como se imaginava, está quase morrendo de inanição. Os tucanos não se conformam, E nem a mídia. Como é que a empresa tornou-se uma das gigantes do petróleo no mundo, especialmente agora sob o governo Lula e sob a direção de um baiano, o economista José Sérgio Gabrielli de Azevedo?
Nós, os tucanos, pensam eles, fizemos das tripas coração para privatizá-la e torná-la mais eficiente, e os petistas mostram eficiência e ainda por cima descobrem o pré-sal. É demais para os tucanos e para a mídia, que contracenou alegremente com a farra das privatizações do tucanato.
Acompanho o ditado popular “jabuti não sobe em árvore”.
A CPI da Petrobras não surge apenas como elemento voltado para conturbar o processo das eleições. Inegavelmente isso conta. Mas o principal são os interesses profundos em torno do pré-sal. Foi isso ser anunciado com mais clareza e especialmente anunciada a pretensão do governo de construir um novo marco regulatório para gerir essa gigantesca reserva de petróleo e veio então a idéia da CPI, entusiasticamente abraçada pela nossa mídia. Não importa que não houvesse qualquer fato determinado. Importava era colocá-la em marcha. Curioso observar que a crise gestada pela mídia com a tríade Sarney-Lina-Petrobras, surge precisamente no mesmo período daquela que explodiu em 2005.
Eleições e mídia, tudo a ver.
Por tudo isso é que digo que a mídia constitui-se num partido. Nos últimos anos, ela tem se comportado como a pauteira da oposição, que decididamente anda perdida. A mídia sempre alerta a oposição, dá palavras-de-ordem, tenta corrigir rumos.
De raspão, passo por Marina Silva. Ela sempre foi duramente atacada pela mídia enquanto estava no governo Lula. Sempre considerada um entrave ao desenvolvimento, ao progresso quando defendia e conseguia levar adiante suas políticas de desenvolvimento sustentável. De repente, os colunistas mais conservadores, as revistas mais reacionárias, passam a endeusá-la pelo simples fato de que ela saiu do PT.
É a mídia e sua intervenção política.
Marina no entanto, para deixar claro, não tem nada com isso.
Creio em suas intenções de intervenção política séria, fora do PT. Neste, teve uma excelente escola, que ela não nega. Por tudo isso, considero essencial a realização da I Conferência Nacional de Comunicação. Por tudo isso, tenho defendido com insistência a necessidade de uma nova Lei de Imprensa. Por tudo isso, em defesa da sociedade, tenho defendido que volte a obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão de jornalista. Por tudo isso, tenho dito que a democratização profunda da sociedade brasileira depende da democratização da mídia, de sua regulamentação, de seu controle social. Ela não pode continuar como um cavalo desembestado, sem qualquer compromisso com os fatos, sem qualquer compromisso com os interesses das maiorias no Brasil.